segunda-feira, fevereiro 28, 2011

No Cair da Neve!






SINOPSE:
Verônica é uma linda moça de 18 anos de idade, ela é tão linda, que desperta a atenção e desejos nos homens e ódio e inveja nas mulheres.
Ela tem um grande amigo chamado Robert e Távila uma amiga confidente que vai começar a aguardar grandes segredos de Verônica, segredos que Robert seu melhor amigo não pode saber.
O que Verônica não sabia era que Robert começou a despertar novos sentimentos por ela, sentimentos que não eram correspondidos por ela , que por sua vez o tratava como amigo e quase um irmão para ela, bom na verdade fingia, pois ela o ama também, muito mais além do que um amigo.
Certo dia conheceu Dave foi o amor a primeira vista, quer dizer amor a primeira vista só para ele, pois Verônica só aceitou namorá-lo só para esquecer Robert. Ela temia ter qualquer outro tipo de relacionamento com ele, ela achava que se não desse certo, eles não iam ser mais amigos.
Ficando com o Dave ela dificultou ainda mais a situação. Robert jurou que iria lutar por Verônica, enquanto ela se aprofundava mais em seu relacionamento com o Dave e acabou se apaixonando verdadeiramente por ele. Então o triângulo amoroso se formou.
E agora? O que ela vai fazer?
Enquanto estava divida e tentando decidir qual era seu verdadeiro amor, os dois Dave e Robert lutavam com todas as suas armas, para conceber o amor de Verônica.
Quem vence a luta? Quem ficará realmente com ela?
Quer saber as respostas? Quem ficará realmente com ela?
Então aprofunde-se mais nessa história e descubra quem sai ferido da luta, quem fica com ela, etc.
No Cair da Neve tem muito que mostrar.


No Cair da Neve “Alguém falou que eu não tinha talento algum, mas, de certa forma eu me sentia assim, até que um dia eu aprendi a desenhar. Quando completei 14 anos descobri outro talento, o qual é escrever e bolar histórias, seja qual for o tipo, Drama, Romance, Ação, Terror, e Ficção Científica é comigo mesmo!
Agradeço a todos os que acompanham cada capítulo, cada página dessa trama. No Cair de Neve é para aqueles que gostam de romances ao estilo de triângulo amoroso e uma pitada de thriller. Eu agradeço principalmente a Deus por ter me ajudado até aqui, também a minha prima Lyssandra por me ajudar na evolução da história. E agradeço a minha amiga Távila por emprestar seu nome e espero que eu não tenha feito nada de errado que ela não tenha gostado, com seu nome.”























Quando a vida lhe oferece um sonho muito além de todas as suas expectativas, é irracional se lamentar quando isso chega ao fim.

Livro Crepúsculo – Prólogo
Stephenie Meyer.
















Prólogo
Sua beleza deixava qualquer homem de boca aberta, fazendo com que eles a cobiçassem e a desejassem somente com os olhos, por onde ela passava.
As garotas da cidade em que vivia, tinham uma grande inveja dela. Verônica tinha um cabelo macio e brilhante, encaracolado de um ruivo tão intenso que tinha quase a cor do sangue, que combinava com seu lindo rosto branco, mas não pálido, as maçãs de seu rosto era rosado como de uma criança, seus olhos era de um verde deslumbrante como a esmeralda, era tão lindo que você se perdia só de olhar.
Verônica ficava feliz com isso, bom até no dia em que se arrependeu amargamente.













Sumário

Prólogo
1. Verdade Oculta
2. Verdadeiros Sentimentos
3. Amigo ou Não?
4. Você me Perdoa?
5. É um Prazer
6. Ciúmes em Sequência
7. Vai Embora
8. Aceito
9. Dave X Robert



















1. Verdade Oculta


- Já faz bastante tempo que nos formamos, não é Robert? – Disse Verônica, recordando-se dos velhos tempos em que estudavam no colegial.
- É verdade... Já faz um ano! – Respondeu Robert tirando Verônica de seus próprios devaneios.
Os dois estavam apreciando a maravilhosa constelação de estrelas que havia no céu, eles os dois se encontravam no gramado, que fica logo atrás da casa de Verônica.
“Nossa como Robert mudou...ficou mais bonito, bastante atraente...”
Pensava ela consigo mesma. Antes no colegial, Robert não era bonito como ela o acha agora. Robert usava óculos, pois é míope parecia que vivia doente, por que ele era bastante pálido. Hoje usa lentes de contato, mais incolor, pois seus olhos ao natural, são de um azul intenso que entra em harmonia com seus lindos cílios longos e tem um cabelo de uma cor castanha.
No caso de Verônica, ela sempre teve essa beleza incomum, ficou mais linda quando entrou na puberdade, e hoje qualquer homem fica de boca aberta, apreciando tanta beleza.
Robert rolou num átimo, ficando em cima de Verônica, apoiando-se apenas com os seus braços.
- Já estou indo Verônica – Falou o Robert pondo-se em pé, então ele sorriu e virou-se para a de Verônica, indo em direção a porta dos fundos.
- Espera – Disse ela quase gritando – Fique...fique mais um pouco. Quando você volta?
Ele parou no meio do caminho virando-se para ela .
- Amanhã. – Ele parou, ficando com o rosto meio pensativo. – Em torno das três horas – Respondeu ele de imediato, mas com sua voz suave. – E...e o que vamos fazer amanhã? Você tem algo em mente ?
Verônica o olhou, fixando seus olhos nos dele, até que ela fez uma expressão de ideia.
- Hoje de manhã, a Távila, minha amiga e vizinha – explicou ela – me convidou para ir com ela e o seu namorado, para assistir um filme no cinema, o filme acabou de estrear, estreou ontem!
- Ta ok! E... O que isso tem haver comigo? – Perguntou Robert, agora bastante curioso.
- O que tem haver, que ela disse que posso levar quem eu quiser para o cinema, então eu pensei no meu melhor amigo! – disse ela por fim tirando toda a curiosidade que tinha no rosto dele.
Verônica deu um belíssimo sorriso para ele, que por sua vez abaixou sua a cabeça, para ela não perceber que ele estava corando.
- Ok! Eu topo – Ele confirmou, ainda olhando para baixo – vou com você ao cinema amanhã, enquanto agora....posso ficar mais meia hora, se quiser? – Robert estava esperando uma resposta dela, olhando fixamente em seus olhos.
- Claro que quero! Eu exijo que fique! - Verônica falou entre risos.
Então os dois foram juntos em direção a casa. Eles entraram, passaram pelo um pequeno corredor que fica no primeiro piso, depois passaram pela sala e atravessaram pela sala de jantar e enfim chegaram na cozinha. Robert e Verônica sentaram-se à mesa, de frente um para o outro.
Conversaram sobre o dia seguinte, e chutavam como seria o filme. Até que Verônica levantou-se num átimo e indo em direção a geladeira.
- Você está com fome? – Perguntou ela.
- Só um pouco.
- Então vamos fazer um lanche?
- Como quiser. – Respondeu Robert que ainda se encintrava sentado.
Cada um fez seu própriu sanduíche, então comeram e bebendo coca.
- Eu fico com a louça e você limpa a mesa!
Ele lavou rapidamente a louça. Enquanto Verônica limpava a pequena mesa, Robert já estava secando as louças que os dois usaram agora pouco. Robert terminou seu serviço, primeiro que Verônica. Ele saiu da frente da pia virando-se em direção a mesa, arrastou uma cadeira, sentou-se e começou a observara a Verônica que já estava terminando seu serviço.
Robert construiu em seu rosto, uma expressão de bastante pensativa.
- No que está pensando? – Perguntou a Verônica, tentando decifrar as feições pensativas de Robert.
- A que horas vamos para o cinema? – Respondeu ele com outra pergunta e mal percebera que Verônica estava sentada bem ao seu lado.
- Na verdade...eu queria saber...se você poderia está aqui às duas horas da tarde?
- Claro! – Falou ele alegremente e rindo para ela. – Posso levar você no meu carro.
Não era um pergunta e sim uma resposta.
- Bom a Távila... – Ele esperou com a expressão suave sem curiosidade, que ela terminasse de falar – Comentou comigo que, iríamos no carro de Ross seu namorado, mas, tudo bem, eu falo com ela depois. Irei dizer a ela que eu e você queremos dar privacidade a eles dois!
- Então estarei aqui amanhã, com meu carro. Há! E as duas horas da tarde está bem?
Verônica só fez assentir com a cabeça.
- Está na minha hora, vai dar dez para às sete da noite, então eu já vou indo Verônica.
Os dois levantaram-se no mesmo momento e acabaram rindo um do outro, pela sincronia que acabara de acontecer.
Verônica o levou até a porta.
- Te vejo amanhã Robert, boa noite.
- Boa noite.
Ele se aproximou dela e deu em beijo em sua bochecha rosada e ema madeixa encaracolada, ruiva, deslizou-se detrás da orelha de Verônica e roçou o rosto dele.
Robert se afastou e sorriu virando-se param a noite mais estrelada que os dois já viram juntos. Verônica fechou a porta antes de ele entrar no seu carro, ela trancou a porta, depois ouviu o som suave do motor do carro de Robert sendo ligado.
Ela subiu a escada, atravessou o longo corredor que tinha no segundo andar da casa, ela andou até a penúltima porta que se encontra ao lado esquerdo do corredor, pois ficava seu quarto.
No centro de seu quarto tinha uma longa cama de casal, com lençóis de uma cor azul-celeste, em frente de sua cama se encontrava seu enorme closet que era revestido na frente, por espelhos muito grandes que eram equivalentes a três palmos maiores que sua altura, em geral seu quarto era imenso e magnífico. Verônica se olhou nos espelhos e sorriu de si mesma, pois gostava do que via linda como é...
Ela desceu a escada indo em direção aporta, saiu, atravessou a porta e chegou à outra casa a qual era ampla, mas comparada com sua casa era um pouco menor. Verônica tocou a campainha.
- Boa noite senhora Weber, eu gostaria de falar com a Távila ela está?
- Claro entre querida! – Disse a senhora Weber, mãe de Távila. – Sente-se ali na sala, fique a vontade, vou chama-la para você.
Lorena – que é a mãe da Távila – é um pouco forte mais não gorda, um pouco menor que Verônica, Lorena sempre está de óculos.
Verônica aproximou-se mais na sala e sentou-se num longo sofá revestido de um couro sintético de uma cor branca.
A mulher subiu a escada que ao seu lado direito onde fica a parede, existia vários quadros com retratos da família, mas era difícil decifrar quem é quem nos quadros, pois a distância era muita.
A TV que se encontra ao fundo da sala, estava desligada, provavelmente não havia ninguém na sala quando Verônica tinha chegado.
- Verônica? – Perguntou Lorena ao pé da escada.
- Sim?
- A Távila falou para você subir, ela se encontra em seu próprio quarto. – Disse a mulher.
Verônica subiu a escada sem dizer mais nenhuma palavra.
A porta do quarto estava semiaberta, então ela entrou, Távila estava a esperando na beira de sua cama.
Távila tem lindos cabelos longos e negros, suas madeixas nas pontas eram onduladas, seus olhos de um castanho claro e combinavam com seus lábios fartos e rosados, sua pele é parda.
- A noite está linda hoje! – Falou entusiasmada a garota de cabelos longos. – Você vai amanhã ao cinema comigo e Ross? – Perguntou Távila bastante curiosa.
- Há sim...o...cinema...
Távila virou um pouco seu rosto para o lado esquerdo, ficou bem engraçado. Ela se ajeitou novamente.
- Você não tá querendo dizer que vai furar comigo amanhã não né?! – Távila interrompeu Verônica, antes que ele completasse a frase.
Távila fez uma expressão misturada com angústia e curiosidade em seu rosto.
- Não eu estou querendo dizer que sim, que vou ao cinema com vocês dois – Távila deu um belo sorriso deu aplausos. – mais meu amigo Robert vai comigo, quero dizer, eu vou com ele, pois ele vai me levar. – Por fim disse Verônica?
- Não, nos encontraremos lá, queremos eu e Robert dar privacidade para vocês dois.
- Tá eu sei! Vocês querem privacidade e não querem dar privacidade! – Disse Távila apontando seu dedo indicador para o rosto de Verônica.
- Não! Que horror Távila! Ele é meu melhor amigo e nada mais, como você pôde pensar numa coisa dessas, você é horrível Távila! – Falou, quero dizer gritou a Verônica, ela ficou bastante exaltada.
- É aquela velha história de sempre, “não ele é meu melhor amigo” – Disse a Távila imitando, tentando imitar a voz de Verônica na última frase.
- Para com isso!
- Foi só uma brincadeirinha, mais é incrível como ficou exaltada tão rápida! – Falava
Távila entre risos.
- Poxa Távila! – Verônica cruzou os braços como uma criança emburrada – Já chega ele é me amigo!
- Sei bem, eu vi vocês hoje, tá na cara que se combinam, vocês tem química! Sabe... Ele olha para você como se fosse seu namorado.
- Além de delirar imaginando coisas, ainda me espiona! – Falou novamente exaltada.
- Ninguém me proíbe de ficar em minha própria varanda observando as estrelas! – Disse ela com sarcasmo. Verônica a fuzilou com os olhos.
- Bom te vejo amanhã no cinema – Távila disse levantando-se da cama. Verônica só fez assentir, pois estava ainda furiosa, ela apertava seus braços cruzados, contra as costelas e ela se encontrava no mesmo lugar quando entrou no quarto de Távila. Ela virou-se em direção a porta, já para ir embora.
- Boa noite Verônica!
- Boa noite – Respondeu ela automaticamente e bem divagar. Távila não conseguiu ver mais as expressões de Verônica, mas ela estava de queixo rígido e seus dentes trincados.
Ela só precisava sair daquela casa. Mas para quê aquele desespero todo? Ou melhor, por que se exaltar tanto com uma pequena brincadeirinha inocente?
Verônica subiu para o seu quarto, tomou eu banho, trocou de roupa e depois se deitou em sua cama. Ela começou a pensar no assunto, que acabara de ocorrer.
“Era só uma brincadeirinha...amanhã vai ficar tudo bem...”
Pensava ela repetida vezes a mesma frase até cair profundamente no sono.
Verônica estava começando a descobrir os seus verdadeiros sentimentos por Robert. Ela estava gostando mais dele muito além do que um amigo, Verônica estava apaixonando-se por ele, ela não queria, mas o que ela pode fazer? Já que ninguém desobedece ao coração.
Breve a continuação!

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