terça-feira, setembro 24, 2013

DicasCine (Cinema)

Dois pôsteres individuais de Divergente, com Shailene Woodley


O longa é baseado no primeiro livro de uma trilogia escrita por Veronica Roth. A história gira em torno de Beatrice Prior (Shailene Woodley), uma garota que vive na futurística Chicago, em que a sociedade é dividida em cinco facções: Candor (os honestos), Abnegation (os altruístas), Dauntless (os corajosos), Amity (os pacíficos) e Erudite (os inteligentes). A família dela faz parte da Abnegação, mas ela sempre percebeu que era diferente de todos. Ao completar 16 anos, todos os jovens têm que decidir para qual das facções dedicarão os restos de suas vidas - e chegou a hora de Beatrice Prior escolher.
 
Confira, abaixo, dois pôsteres individuais de Divergente:
Veja também o trailer legendado:




DicasCine (Cinema)

Thor 2 - O Mundo Sombrio ganha novos cartazes

Lady Sif e Jane Foster nas novas artes







Retornam ao elenco Chris HemsworthTom HiddlestonNatalie Portman, Stellan SkarsgardJaimie AlexanderKat DenningsRay StevensonTadanobu AsanoRene RussoAnthony Hopkins e Idris Elba. Entre as novidades estão Christopher Eccleston  (ovilão Malekith), Alice Krige (Alflyse, mulher de Malekith), Adewale Akinnuoye-Agbaje (o mais forte guerreiro de Malekith, Algrim), Richard Brake (o capitão do Einherjar, grupo de guerreiros que lutou ao lado de Thor em inúmeras ocasiões), Clive Russell (Tyr, irmão mais velho de Thor e deus da guerra de Asgard), Zachary Levi (que assume o papel de Fandral no lugar de Josh Dallas) e Chris O'Dowd.
Robert Rodat (O Resgate do Soldado Ryan) assina a segunda versão do texto escrito por Don Payne (roteirista do primeiro filme).  Alan Taylor, conhecido por seu trabalho em séries como Game of Thrones, é o diretor. Thor 2 - O Mundo Sombrio será lançado internacionalmente no formato IMAX 3D em 30 de outubro e chega aos cinemas convencionais brasileiros em 1º de novembro.


VEJA MAIS OS POSTERS!



















VEJA O TRAILER










Novo pôster de Jogos Vorazes: Em Chamas, com Jennifer Lawrence



Jogos Vorazes: Em Chamas: Depois de ganhar os Jogos, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss (Jennifer Lawrence) agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Os jogos completam 75 anos, momento de se realizar o terceiro Massacre Quaternário, uma edição da luta na arena com regras ainda mais duras que acontece a cada 25 anos. Katniss e Peeta, então, se veem diante de situação totalmente inesperada e, dessa vez, além de lutar por suas próprias vidas, terão que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.
 
 
Por Rosa Felix




veja o trailer:






Exclusivo (Rock In Rio 2013)

Refeletindo Sobre o Rock In Rio



REFELETINDO SOBRE O ROCK IN RIO

Após nossa cobertura dos shows, fizemos algumas considerações sobre o festival e seus rumos

Antes de você começar a ler nossas conclusões sobre o festival, leia nossas impressões de cada dia que cobrimos do festival:
Já são cinco edições no Brasil, mais cinco em Lisboa e três em Madri, além de planos para a conquistas de novos territórios neste mapa de War em que vivemos. O Rock In Rio soube atravessar o tempo, profissionalizou-se, tornou-se marca, desprendeu-se da obrigatoriedade em atender apenas um estilo - no caso, o rock propriamente dito - levando o título de maior festival de música do mundo. Tudo muito bom, tudo muito bem, certo?
Não completamente, alto lá. Claro que não podemos ignorar a grandeza do festival e sua importância, principalmente em termos de Brasil, país que só agora evolui em termos de frequência em receber eventos musicais. Sim, há o Planeta Terra e o Lollapalooza Brasil, responsáveis por atender uma demanda de bandas um pouco à esquerda na preferência do espectador médio de música. É algo complexo entender as necessidades de um público cada vez mais ambíguo, o fã de música. Além disso, é ainda mais difícil estabelecer que tipo de música pop é elegível para esses eventos. Em termos de Rock In Rio, fica evidente a proposta conservadora do festival, ou seja, de centrar fogo nos medalhões internacionais e nos fazer olhar com medo para o cenário nacional. O advento do Palco Sunset a partir de 2011, no qual "atrações menores" ou "espontâneas" têm lugar, aliviou um pouco a pressão por novidades, cronológicas ou inéditas.
O problema é que a mera existência desse espaço parece ter desobrigado o festival de buscar algo que mereça destaque e maior visibilidade. Exemplos de atrações sem força ou relevância suficientes para o Palco Mundo desta edição não faltam: Phillip Phillips, Kiara Rocks, David Gueta, Jessie J e Frejat, ocuparam espaço que poderia ser de Ben Harper/Charlie Musselwhite, Living Colour, Helloween, Autoramas/BNegão e Moraes Moreira/Pepeu Gomes, o que nos deixa com a impressão que há necessidade de vínculos com grandes gravadoras ou pressuposto de discos lançados no país para nortear uma escolha dessas. Além disso, é inexplicável a presença de Kiara Rocks, assim como a da Banda Glória na edição de 2011, ilustres desconhecidos em seu próprio nicho comercial, num espaço tão grande.
Com esse desequilíbrio entre Sunset e Mundo, o Rock In Rio adota um perfil "conservador-mas-progressista", que não vai muito longe. De que adianta ter o reencontro de Moraes Moreira e Pepeu Gomes, com a presença de Roberta Sá, revisitando o repertório de uma banda como Novos Baianos no Palco Sunset do festival? Seria mais auspicioso mostrar um show desses para um número maior de pessoas, talvez substituindo um cantor de carreira solo limitadíssima, como Frejat, por exemplo. Ou tirar o famigerado Kiara Rocks para colocar Helloween.
E mais: por que não pesquisar melhor as novidades do Palco Sunset? De onde vieram a portuguesinha Áurea e a banda Black Mamba? Quem pediu? Qual a novidade em sua mistura requentadíssima de soul music pasteurizada? E por que insistir em gente como Ivo Meirelles e Fernanda Abreu, porta-vozes de um Rio de Janeiro mais apropriado a um safári antropológico que à realidade? Por que confinar o Autoramas, conhecido por incendiar plateias a um espaço maior e não permitir que mais gente possa conhecê-los?
Por que não ousar um pouco no Palco Mundo? Claro que é legal saber que artistas top como Beyoncé ou Justin Timberlake estejam presentes em dias apropriados à música pop comercial, mas, por que trazer atrações inócuas como Matchbox 20, por exemplo? Banda cujo último - e grande hit - foi perpetrado por seu vocalista Rob Thomas em parceria com Santana? Certamente era possível colocar alguém mais interessante em seu lugar. Mas, o MB20 tem disco lançado no país? Tem. Ah, então tá.
Uma pesquisa rápida dará conta desse traço em comum entre as maiores atrações, a venda/lançamento de seus discos no país. Gente, estamos em 2013, esse dado não indica mais nada relevante. Grandes bandas estão por aí, com shows inesquecíveis, sem o suporte de algum lançamento fonográfico "físico", algo que já não está no radar da maioria dos espectadores do Palco Mundo. E mais: por que repetir atrações como Ivete Sangalo e Metallica, só pelo aspecto financeiro de trazer público? Fizeram praticamente os mesmos shows que apresentaram em 2011, certamente compententes, cada um à sua maneira, mas foram dois momentos desnecessários de sacrifício da novidade pela mesmice total e vazia.
Finalmente, por favor, parem com os tributos mal ensaiados/engendrados. Os dessa edição, Cazuza (Palco Mundo) e Raul Seixas (Palco Sunset) foram lastimáveis. A impressão que temos é que pessoas que odeiam as obras dos homenageados se encontram para destruir suas músicas e lembranças. Bruce Springsteen, em sua segunda visita ao país e tendo apenas um dia para ensaiar e aprender, fez uma versão de "Sociedade Alternativa" mais pungente e solene que o mambembe tributo prestado a Raul Seixas no Palco Sunset, a cargo de gente como Detonautas e Zeca Baleiro. É preciso entender que Detoutas, Jota Quest, Capital Inicial e demais bandas que se arrastam pelo tempo, não são atrações dignas de um festival de respeito. Só tocariam com pistolão em lugares como o Primavera, o Benicassim ou outro evento gringo com mínimo de filtragem. Não é verdade que essas bandas tenham fãs, são indicativos fortíssimos que a curadoria do Rock In Rio precisa ir atrás das novidades, mapear o terreno, como fez em 1985, dando chance a bandas como Paralamas do Sucesso e Kid Abelha, que tocaram com um ou dois discos na carreira e fizeram história.
Há muitos acertos, mas muitos equívocos. Oxigenem os conceitos, pensem melhor, escolham melhor e proporcionem mais shows memoráveis, sempre lembrando que é cada vez mais raro topar com um desses nos line ups mais recentes. Abram os olhos, pessoas que pensam o Rock In Rio. Abram os olhos e os ouvidos.

quinta-feira, setembro 19, 2013

ConhecendoUmPouco (Cinema)

Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos | Critica




Em uma cena de Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos, uma criança possuída por um demônio e está prestes a atacar a protagonista quando é agarrada por um lobisomem. Mesmo que não mostre sangue ou a violência do ataque, o trecho exemplifica a pitada de coragem que torna o filme um ponto dissoante da fantasia adolescente atual.
A trama baseada no livro de Cassandra Clare segue os padrões necessários para agradar seu público. A moça destemida, o bad boy  misterioso e o nerd amigável estão presentes. O desenvolvimento escolhido para as relações e a forma como elas são apresentadas, no entanto, é que o difere dos semelhantes. Tivesse mais apreço pelo desenrolar destas e menos pela ação, Instrumentos Mortais seria ainda melhor.
No longa, Clary Fray (Lily Collins) testemunha um assassinato cometido por jovens tatuados e com aparência gótica - eles são Caçadores das Sombras, uma raça que digladia com demônios no plano terrestre. Quase sem perceber, a moça é envolvida em um novo mundo cheio de criaturas bizarras e guerreiros mágicos - do qual, na verdade, faz parte há tempos.

O universo preto e gore de Instrumentos se sustenta, principalmente, pelos seres malignos - sempre com maquiagens pesadas, bem feitas e incomuns no cinema juvenil. Por outro lado, o elenco principal carece de talento, ainda que tenham um material interessante para trabalhar. A falta de expressão de Jamie Campbell Bower e a canastrice de Jonathan Rhys Meyers  não ajudam a estabelecer uma simples conexão de empatia com espectador.
Instrumentos Mortais acerta mesmo quando investe, ainda que de forma tímida, nas relações estabelecidas pela história de Clare. Homossexualidade e preconceito são expostos sem alarmismo, fato raro quando se vive num momento em que ser revoltado e proferir causas ao léu viraram commodities de personalidade. Os temas não ganham o destaque merecido na história, que opta pelo desenvolvimento de sua mitologia - atitude compreensível, afinal, há toda uma série a ser explorada.
Em tempos de tantas fantasias sem criatividade, o mínimo de tempero de Instrumentos Mortais o faz ser diferente. Está longe de ser exemplar ou se igualar a produções como Jogos Vorazes, mas tem seu valor estabelecido na sutileza com que trata algumas relações. E isso, por si, merece elogio.
VEJA o trailer:


E....

Os Instrumentos Mortais - Cidade das Cinzas  Continuação de Cidade dos Ossos é adiada

Filmagens começariam em outubro





Cidade das Cinzas (City of Ash), a continuação de Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments: City of Bones), foi adiada. O anúncio foi feito pela Constantin Films (via The Wrap). A sequência da série literária best-seller escrita por Cassandra Clarecomeçaria a ser rodada em outubro, com o retorno confirmado do diretor Harald Zwart (Karatê Kid) e do elenco do primeiro filme.

A adaptação de Cidade das Cinzas  ainda não foi cancelada oficialmente, mas com o desempenho medíocre de Cidade dos Ossos nas bilheterias - US$ 37 milhões arrecadados para um orçamento de US$ 60 milhões - será difícil para a continuação sair do papel.




MegaHot (Música)



OH LAND DISPONIBILIZA NOVO ÁLBUM PARA AUDIÇÃO COMPLETA


"Wish Bone" foi liberado em parceria com o site do jornal New York Times





A sessão Press Play do site do jornal The New York Times é que faz a estreia antecipada do mais novo disco de Oh Land.
O disco Wish Bone tem data de estreia fixada para 24 de setembro e sairá nos formatos digital, CD e vinil. No entanto, a parceria com o jornal antecipou um pouco as coisas e acabou por veicular todo o conteúdo do álbum para audição através da Web. Acesse o time do Times para conferí-lo na íntegra.


ARTISTA: Oh Land
MARCADORES: StreamingNovo álbum

Notícia retirada de Monkeybuzz

Exclusivo (Curiosidades)

Fantásticas ilustrações de Harry Potter que não foram publicadas


O sucesso das aventuras do jovem bruxo, tanto no cinema quanto nos livros, é algo incontestável, um exemplo disso é que aqui no Brasil ele se sagrou campeão na Olimpíada das Sagas promovida pela Super Interessante, vencendo outras séries de peso como: Star Wars, Saint Seiya, Senhor dos Anéis...
No post de hoje, confira uma bela galeria da ilustradora oficial da série, Mary GrandPré. As artes não foram selecionadas para estampar as capas da saga de livros Harry Potter, mas ainda assim são incríveis!

Confira:


















Notícia retirada de MINILUA


sábado, março 09, 2013

Exclusivo(Cinema)

E EM 2013 CHEGA NOS CINEMAS DOIS GRANDIOSOS FILMES DE SUPER-HERÓIS

Roteirista de 'Homem de Ferro 3' se inspira em documentário sobre Ayrton Senna

Cena de Viviane Senna segurando e beijando o capacete do irmão Ayrton emocionou Drew Pearce, que repetirá o gesto no terceiro filme da saga do super-herói

 

 Um herói da vida real inspirando um herói dos quadrinhos. O roteirista do filme 'Homem de Ferro 3', Drew Pearce, admitiu que foi inspirado pelo documentário 'Senna', de 2010, que conta um pouco da história do piloto brasileiro.

A cena que mais tocou Pearce no documentário foi a de Viviane Senna, irmã do tricampeão mundial de Fórmula 1, segurando e beijando o capacete do piloto em seu funeral (veja ao lado).

No filme, a atriz Gwyneth Paltrow repete a cena com o capacete do Homem de Ferro, interpretado por Robert Downey Jr.

A película sobre o herói nacional é um dos documentários mais assistidos na história do cinema brasileiro e ganhou diversos prêmios e indicações da induústria cinematográfica ao redor do mundo.

 

Veja o trailer:

FONTE: YAHOO!


O Homem de Aço

Zack Snyder, o diretor de 300, Watchmen e Madrugada dos Mortos, está trabalhando em O Homem de Aço (The Man of Steel),  próximo filme do maior super-herói da DC ComicsSuperman.
O filme foi escrito por David Goyer baseado em uma história que ele criou com Christopher Nolan, produtor do filme. Thomas Tull e Lloyd Phillips são os produtores executivos. Charles Roven, Emma Thomas, Nolan e Deborah Snyder são os produtores do filme.


Na trama, Clark Kent/Kal-El (Henry Cavill) é um jornalista de vinte e poucos anos que se sente alienado por poderes além da imaginação. Transportado de Krypton (um planeta alienígena avançado) para a Terra anos atrás, Clark se pergunta “Por que estou aqui?”. Moldado pelos valores de seus pais adotivos Martha (Diane Lane) e Jonathan Kent (Kevin Costner), Clark logo descobre que ter super-habilidades significa tomar decisões extremamente difíceis. E quando o mundo é atacado, Clark deve se tornar o herói conhecido como “Superman”, não só para brilhar como o último raio de esperança, mas para proteger aqueles que ama. 


No elenco estão Henry Cavill (Superman), Diane Lane (Martha Kent), Amy Adams (Lois Lane), Michael Shannon (General Zod), Kevin Costner (Jonathan Kent), Ayelet Zurer (Lara-El),Russell Crowe (Jor-El), Harry Lennix (General Swanwick), Lawrence Fishburne (Perry White) e Christopher Meloni.
O filme estreia em 14 de junho de 2013 nos EUA e 12 de julho no Brasil.
Veja o pôster brasileiro de O Homem de Aço:
O Homem de Aço

 Assista o trailer:

 

 FONTE: OMELETE

 

OSCAR 2013 (VENCEDORES)



'Argo' leva Oscar de melhor filme e 'Pi' lidera com quatro estatuetas

Daniel Day-Lewis e Jennifer Lawrence venceram como ator e atriz.
Ang Lee, Tarantino e Anne Hathaway levaram prêmios; 'Lincoln' perdeu dez.

 

Ao lado da equipe de 'Argo', Ben Affleck agradece o Oscar de Melhor Filme (Foto: AFP PHOTO/Robyn Beck) 
Ao lado da equipe de 'Argo', Ben Affleck agradece o Oscar de melhor filme (Foto: AFP PHOTO/Robyn Beck)
 
 "Argo" venceu na noite deste domingo (24) a estatueta de melhor filme. O longa de Ben Affleck – que sequer havia sido indicado como diretor – faturou em outras categorias importantes: roteiro adaptado e edição. 
 
Maior concorrente da noite, com 12 indicações, "Lincoln" faturou em design de produção e melhor ator, para Daniel Day-Lewis, que quebrou um recorde da cerimônia da Academia de Artes e Ciências Cinematográficas de Hollywood. Jennifer Lawrence ("O lado bom da vida") ficou com a distinção de melhor atriz. Veja abaixo a lista com todos os ganhadores.
Steven Spielberg viu seu filme perder em 10 categorias e o Oscar de melhor diretor ir para Ang Lee, por "As aventuras de Pi". Ao todo, a superprodução rendeu quatro estatuetas (veja acima entrevista exclusiva feita pelo G1 com Ang Lee no lançamento de "Pi").

A primeira estatueta da noite foi a de melhor ator coadjuvante, para o ator austríaco Christoph Waltz, por seu trabalho em "Django livre", de Quentin Tarantino. O diretor mais tarde dirigiu-se ao palco para receber o prêmio de melhor roteiro original. Foi a segunda vitória de Tarantino da categoria – a anterior ele conseguiu por "Pulp fiction – Tempo de violência" (1994). Por coincidência, Waltz também tinha levado seu segundo Oscar. Ele foi eleito o melhor coadjuvante justamente por uma parceria com Tarantino, "Bastardos inglórios" (2009).
Já a vencedora na categoria melhor atriz coadjuvante em 2013 foi Anne Hathaway, por "Os miseráveis". O filme já conseguiu outras duas distinções, nas categorias maquiagem e cabelo e mixagem de som. Foi numa categoria técnica, aliás, que o Oscar registrou em 2013 o sexto empate de sua história: "A hora mais escura" e "007 - Operação Skyfall" dividiram a estatueta de edição de som.

Conterrâneo de Christoph Waltz, o cineasta Michael Haneke foi ao palco para receber o prêmio de produção estrangeira, por "Amor", que ainda concorre nas categorias melhor filme e diretor.

O anfitrião da 85ª edição do Oscar foi o controverso Seth MacFarlane, conhecido por ser o diretor de "Ted" e por ser o criador da animação "Uma família da pesada". Além de responder pela condução da cerimônia, MacFarlane aparecia como concorrente, já que disputou na categoria melhor canção original, justamente pela música de "Ted". A vitória, contudo, ficou com Adele, por "Skyfall", tema do novo longa de James Bond.
Veja a seguir a lista completa de vencedores do Oscar 2013, destacados em negrito:
Filme
"Indomável sonhadora"
"O lado bom da vida"
"A hora mais escura"
"Lincoln"
"Os miseráveis"
"As aventuras de Pi"
"Amor"
"Django livre"
"Argo"
Ang Lee venceu o Oscar de Melhor Diretor por 'As aventuras de Pi' (Foto: AFP PHOTO / JOE KLAMAR) 
Ang Lee venceu o Oscar de Melhor Diretor por 'As aventuras de Pi' (Foto: AFP PHOTO / JOE KLAMAR)
Diretor
Michael Haneke ("Amor")
Benh Zeitlin ("Indomável sonhadora")
Ang Lee ("As aventuras de Pi")
Steven Spielberg ("Lincoln")
David O. Russell ("O lado bom da vida")
Daniel Day-Lewis vence Oscar de Melhor Ator por 'Lincoln' (Foto: AFP PHOTO/Robyn Beck) 
Daniel Day-Lewis vence Oscar de melhor ator por 'Lincoln' (Foto: AFP PHOTO/Robyn Beck)
Ator
Daniel Day-Lewis ("Lincoln")
Denzel Washington ("Voo")
Hugh Jackman ("Os miseráveis")
Bradley Cooper ("O lado bom da vida")
Joaquin Phoenix ("O mestre")
Jennifer Lawrence vence o Oscar de Melhor Atriz por 'O lado bom da vida' (Foto: AFP PHOTO/Robyn Beck) 
Jennifer Lawrence vence o Oscar de Melhor Atriz por 'O lado bom da vida' (Foto: AFP PHOTO/Robyn Beck)
Atriz
Naomi Watts ("O impossível")
Jessica Chastain ("A hora mais escura")
Jennifer Lawrence ("O lado bom da vida")
Emmanuelle Riva ("Amor")
Quvenzhané Wallis ("Indomável sonhadora")
O ator Christoph Waltz agradece o Oscar de melhor ator coadjuvante vencido no Oscar 2013 por 'Django livro' (Foto: Chris Pizzello/Invision/AP) 
O ator Christoph Waltz agradece o Oscar de melhor ator coadjuvante vencido no Oscar 2013 por 'Django livre' (Foto: Chris Pizzello/Invision/AP)
Ator coadjuvante
Alan Arkin ("Argo")
Christoph Waltz ("Django livre")
Philip Seymour-Hoffman ("O mestre")
Robert De Niro ("O lado bom da vida")
Tommy Lee Jones ("Lincoln")
Anne Hathaway ganha o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar 2013 (Foto: Robyn Beck/ AFP) 
Anne Hathaway ganha o Oscar de Melhor Atriz Coadjuvante no Oscar 2013 (Foto: Robyn Beck/ AFP)
Atriz coadjuvante
Amy Adams ("O mestre")
Anne Hathaway ("Os miseráveis")
Helen Hunt ("The sessions")
Jacki Weaver ("O lado bom da vida")
Sally Field ("Lincoln")
Quentin Tarantino recebe, das mãos de Charlize Theron, o Oscar de melhor roteiro original por 'Django livre' (Foto: Robyn Beck/AFP) 
Quentin Tarantino recebe, das mãos de Charlize Theron, o Oscar de melhor roteiro original por 'Django livre' (Foto: Robyn Beck/AFP)
Roteiro original
Michael Haneke ("Amor")
Quentin Tarantino ("Django livre")
John Gatins ("Voo")
Wes Anderson e Roman Coppola ("Moonrise kingdom")
Mark Boal ("A hora mais escura")

Roteiro adaptado
Chris Terrio ("Argo")
Lucy Alibar e Benh Zeitlin ("Indomável sonhadora")
David Magee ("As aventuras de Pi")
Tony Kushner ("Lincoln")
David O. Russell ("O lado bom da vida")
 
O diretor austríaco Michael Haneke segura a estatueta de melhor filme estrangeiro, vencida no Oscar 2013 por 'Amor' (Foto: Robyn Beck/AFP) 
O diretor austríaco Michael Haneke segura a estatueta de melhor filme estrangeiro, vencida no Oscar 2013 por 'Amor' (Foto: Robyn Beck/AFP)
Filme estrangeiro
"Amor" (Áustria)
"Kon-tiki" (Noruega)
"O amante da rainha" (Dinamarca)
"No" (Chile)
"War witch" (Canadá)

Animação
"Detona Ralph"
"Frankenweenie"
"ParaNorman"
"Piratas pirados!"
"Valente"

Curta-metragem de animação
"Adam and dog"
"Fresh guacamole"
"Head over heels"
"Maggie Simpson in 'The Longest Daycare'"
"Paperman"

Edição
"Argo"
"As aventuras de Pi"
"A hora mais escura"
"O lado bom da vida"
"Lincoln"

Fotografia
"007 – Operação Skyfall"
"Anna Karenina"
"As aventuras de Pi"
"Django livre"
"Lincoln"

Efeitos visuais
"As aventuras de Pi"
"Branca de Neve e o caçador"
"O hobbit: Uma jornada inesperada"
"Prometheus"
"Os Vingadores"
Figurino
"Anna Karenina"
"Branca de Neve e o caçador"
"Espelho, espelho meu"
"Lincoln"
"Os miseráveis"

Maquiagem e cabelo
"Hitchcock"
"O hobbit: Uma jornada inesperada"
"Os miseráveis"
Adele vence o Oscar de Canção Original por 'Skyfall' (Foto:  Kevin Winter/Getty Images/AFP) 
Adele vence o Oscar de Canção Original por 'Skyfall' (Foto: Kevin Winter/Getty Images/AFP)
Canção original
"Before my time", de "Chasing ice" – J. Ralph (música e letra)
"Everybody needs a best friend", de "Ted" – Walter Murphy (música) e Seth MacFarlane (letra)
"Pi's lullaby", de "As aventuras de Pi" – Mychael Danna (música) e Bombay Jayashri (letra)
"Skyfall", de "007 - Operação Skyfall" – Adele (música e letra)
"Suddenly", de "Os miseráveis" – Claude-Michel Schönberg (música), Herbert Kretzmer (letra) e Alain Boublil (letra)

Trilha sonora original
Dario Marianelli ("Anna Karenina")
Alexandre Desplat ("Argo")
Mychael Danna ("As aventuras de Pi")
John Williams ("Lincoln")
Thomas Newman ("007 – Operação Skyfall")
Mixagem de som
"007 – Operação Skyfall"
"As aventuras de Pi"
"Argo"
"Lincoln"
"Os miseráveis"

Edição de som
"007 – Operação Skyfall"
"Argo"
"As aventuras de Pi"
"A hora mais escura"
"Django livre"
Design de produção
"Anna Karenina"
"As aventuras de Pi"
"O hobbit: Uma jornada inesperada"
"Os miseráveis"
"Lincoln"

Melhor curta-metragem
"Asad"
"Buzkashi boys"
"Curfew"
"Death of a shadow (doos van een schaduw)"
"Henry"
Documentário em longa-metragem
"5 broken cameras"
"The gatekeepers"
"How to survive a plague"
"The invisible war"
"Searching for Sugar Man"

Documentário em curta-metragem
"Inocente"
"Kings point"
"Mondays at Racine"
"Open heart"
"Redemption"
 
 
FONTE: G1