terça-feira, setembro 24, 2013

DicasCine (Cinema)

Dois pôsteres individuais de Divergente, com Shailene Woodley


O longa é baseado no primeiro livro de uma trilogia escrita por Veronica Roth. A história gira em torno de Beatrice Prior (Shailene Woodley), uma garota que vive na futurística Chicago, em que a sociedade é dividida em cinco facções: Candor (os honestos), Abnegation (os altruístas), Dauntless (os corajosos), Amity (os pacíficos) e Erudite (os inteligentes). A família dela faz parte da Abnegação, mas ela sempre percebeu que era diferente de todos. Ao completar 16 anos, todos os jovens têm que decidir para qual das facções dedicarão os restos de suas vidas - e chegou a hora de Beatrice Prior escolher.
 
Confira, abaixo, dois pôsteres individuais de Divergente:
Veja também o trailer legendado:




DicasCine (Cinema)

Thor 2 - O Mundo Sombrio ganha novos cartazes

Lady Sif e Jane Foster nas novas artes







Retornam ao elenco Chris HemsworthTom HiddlestonNatalie Portman, Stellan SkarsgardJaimie AlexanderKat DenningsRay StevensonTadanobu AsanoRene RussoAnthony Hopkins e Idris Elba. Entre as novidades estão Christopher Eccleston  (ovilão Malekith), Alice Krige (Alflyse, mulher de Malekith), Adewale Akinnuoye-Agbaje (o mais forte guerreiro de Malekith, Algrim), Richard Brake (o capitão do Einherjar, grupo de guerreiros que lutou ao lado de Thor em inúmeras ocasiões), Clive Russell (Tyr, irmão mais velho de Thor e deus da guerra de Asgard), Zachary Levi (que assume o papel de Fandral no lugar de Josh Dallas) e Chris O'Dowd.
Robert Rodat (O Resgate do Soldado Ryan) assina a segunda versão do texto escrito por Don Payne (roteirista do primeiro filme).  Alan Taylor, conhecido por seu trabalho em séries como Game of Thrones, é o diretor. Thor 2 - O Mundo Sombrio será lançado internacionalmente no formato IMAX 3D em 30 de outubro e chega aos cinemas convencionais brasileiros em 1º de novembro.


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Novo pôster de Jogos Vorazes: Em Chamas, com Jennifer Lawrence



Jogos Vorazes: Em Chamas: Depois de ganhar os Jogos, competição entre jovens transmitida ao vivo para todos os distritos de Panem, Katniss (Jennifer Lawrence) agora terá que enfrentar a represália da Capital e decidir que caminho tomar quando descobre que suas atitudes nos jogos incitaram rebeliões em alguns distritos. Os jogos completam 75 anos, momento de se realizar o terceiro Massacre Quaternário, uma edição da luta na arena com regras ainda mais duras que acontece a cada 25 anos. Katniss e Peeta, então, se veem diante de situação totalmente inesperada e, dessa vez, além de lutar por suas próprias vidas, terão que proteger seus amigos e familiares e, talvez, todo o povo de Panem.
 
 
Por Rosa Felix




veja o trailer:






Exclusivo (Rock In Rio 2013)

Refeletindo Sobre o Rock In Rio



REFELETINDO SOBRE O ROCK IN RIO

Após nossa cobertura dos shows, fizemos algumas considerações sobre o festival e seus rumos

Antes de você começar a ler nossas conclusões sobre o festival, leia nossas impressões de cada dia que cobrimos do festival:
Já são cinco edições no Brasil, mais cinco em Lisboa e três em Madri, além de planos para a conquistas de novos territórios neste mapa de War em que vivemos. O Rock In Rio soube atravessar o tempo, profissionalizou-se, tornou-se marca, desprendeu-se da obrigatoriedade em atender apenas um estilo - no caso, o rock propriamente dito - levando o título de maior festival de música do mundo. Tudo muito bom, tudo muito bem, certo?
Não completamente, alto lá. Claro que não podemos ignorar a grandeza do festival e sua importância, principalmente em termos de Brasil, país que só agora evolui em termos de frequência em receber eventos musicais. Sim, há o Planeta Terra e o Lollapalooza Brasil, responsáveis por atender uma demanda de bandas um pouco à esquerda na preferência do espectador médio de música. É algo complexo entender as necessidades de um público cada vez mais ambíguo, o fã de música. Além disso, é ainda mais difícil estabelecer que tipo de música pop é elegível para esses eventos. Em termos de Rock In Rio, fica evidente a proposta conservadora do festival, ou seja, de centrar fogo nos medalhões internacionais e nos fazer olhar com medo para o cenário nacional. O advento do Palco Sunset a partir de 2011, no qual "atrações menores" ou "espontâneas" têm lugar, aliviou um pouco a pressão por novidades, cronológicas ou inéditas.
O problema é que a mera existência desse espaço parece ter desobrigado o festival de buscar algo que mereça destaque e maior visibilidade. Exemplos de atrações sem força ou relevância suficientes para o Palco Mundo desta edição não faltam: Phillip Phillips, Kiara Rocks, David Gueta, Jessie J e Frejat, ocuparam espaço que poderia ser de Ben Harper/Charlie Musselwhite, Living Colour, Helloween, Autoramas/BNegão e Moraes Moreira/Pepeu Gomes, o que nos deixa com a impressão que há necessidade de vínculos com grandes gravadoras ou pressuposto de discos lançados no país para nortear uma escolha dessas. Além disso, é inexplicável a presença de Kiara Rocks, assim como a da Banda Glória na edição de 2011, ilustres desconhecidos em seu próprio nicho comercial, num espaço tão grande.
Com esse desequilíbrio entre Sunset e Mundo, o Rock In Rio adota um perfil "conservador-mas-progressista", que não vai muito longe. De que adianta ter o reencontro de Moraes Moreira e Pepeu Gomes, com a presença de Roberta Sá, revisitando o repertório de uma banda como Novos Baianos no Palco Sunset do festival? Seria mais auspicioso mostrar um show desses para um número maior de pessoas, talvez substituindo um cantor de carreira solo limitadíssima, como Frejat, por exemplo. Ou tirar o famigerado Kiara Rocks para colocar Helloween.
E mais: por que não pesquisar melhor as novidades do Palco Sunset? De onde vieram a portuguesinha Áurea e a banda Black Mamba? Quem pediu? Qual a novidade em sua mistura requentadíssima de soul music pasteurizada? E por que insistir em gente como Ivo Meirelles e Fernanda Abreu, porta-vozes de um Rio de Janeiro mais apropriado a um safári antropológico que à realidade? Por que confinar o Autoramas, conhecido por incendiar plateias a um espaço maior e não permitir que mais gente possa conhecê-los?
Por que não ousar um pouco no Palco Mundo? Claro que é legal saber que artistas top como Beyoncé ou Justin Timberlake estejam presentes em dias apropriados à música pop comercial, mas, por que trazer atrações inócuas como Matchbox 20, por exemplo? Banda cujo último - e grande hit - foi perpetrado por seu vocalista Rob Thomas em parceria com Santana? Certamente era possível colocar alguém mais interessante em seu lugar. Mas, o MB20 tem disco lançado no país? Tem. Ah, então tá.
Uma pesquisa rápida dará conta desse traço em comum entre as maiores atrações, a venda/lançamento de seus discos no país. Gente, estamos em 2013, esse dado não indica mais nada relevante. Grandes bandas estão por aí, com shows inesquecíveis, sem o suporte de algum lançamento fonográfico "físico", algo que já não está no radar da maioria dos espectadores do Palco Mundo. E mais: por que repetir atrações como Ivete Sangalo e Metallica, só pelo aspecto financeiro de trazer público? Fizeram praticamente os mesmos shows que apresentaram em 2011, certamente compententes, cada um à sua maneira, mas foram dois momentos desnecessários de sacrifício da novidade pela mesmice total e vazia.
Finalmente, por favor, parem com os tributos mal ensaiados/engendrados. Os dessa edição, Cazuza (Palco Mundo) e Raul Seixas (Palco Sunset) foram lastimáveis. A impressão que temos é que pessoas que odeiam as obras dos homenageados se encontram para destruir suas músicas e lembranças. Bruce Springsteen, em sua segunda visita ao país e tendo apenas um dia para ensaiar e aprender, fez uma versão de "Sociedade Alternativa" mais pungente e solene que o mambembe tributo prestado a Raul Seixas no Palco Sunset, a cargo de gente como Detonautas e Zeca Baleiro. É preciso entender que Detoutas, Jota Quest, Capital Inicial e demais bandas que se arrastam pelo tempo, não são atrações dignas de um festival de respeito. Só tocariam com pistolão em lugares como o Primavera, o Benicassim ou outro evento gringo com mínimo de filtragem. Não é verdade que essas bandas tenham fãs, são indicativos fortíssimos que a curadoria do Rock In Rio precisa ir atrás das novidades, mapear o terreno, como fez em 1985, dando chance a bandas como Paralamas do Sucesso e Kid Abelha, que tocaram com um ou dois discos na carreira e fizeram história.
Há muitos acertos, mas muitos equívocos. Oxigenem os conceitos, pensem melhor, escolham melhor e proporcionem mais shows memoráveis, sempre lembrando que é cada vez mais raro topar com um desses nos line ups mais recentes. Abram os olhos, pessoas que pensam o Rock In Rio. Abram os olhos e os ouvidos.

quinta-feira, setembro 19, 2013

ConhecendoUmPouco (Cinema)

Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos | Critica




Em uma cena de Os Instrumentos Mortais: Cidade dos Ossos, uma criança possuída por um demônio e está prestes a atacar a protagonista quando é agarrada por um lobisomem. Mesmo que não mostre sangue ou a violência do ataque, o trecho exemplifica a pitada de coragem que torna o filme um ponto dissoante da fantasia adolescente atual.
A trama baseada no livro de Cassandra Clare segue os padrões necessários para agradar seu público. A moça destemida, o bad boy  misterioso e o nerd amigável estão presentes. O desenvolvimento escolhido para as relações e a forma como elas são apresentadas, no entanto, é que o difere dos semelhantes. Tivesse mais apreço pelo desenrolar destas e menos pela ação, Instrumentos Mortais seria ainda melhor.
No longa, Clary Fray (Lily Collins) testemunha um assassinato cometido por jovens tatuados e com aparência gótica - eles são Caçadores das Sombras, uma raça que digladia com demônios no plano terrestre. Quase sem perceber, a moça é envolvida em um novo mundo cheio de criaturas bizarras e guerreiros mágicos - do qual, na verdade, faz parte há tempos.

O universo preto e gore de Instrumentos se sustenta, principalmente, pelos seres malignos - sempre com maquiagens pesadas, bem feitas e incomuns no cinema juvenil. Por outro lado, o elenco principal carece de talento, ainda que tenham um material interessante para trabalhar. A falta de expressão de Jamie Campbell Bower e a canastrice de Jonathan Rhys Meyers  não ajudam a estabelecer uma simples conexão de empatia com espectador.
Instrumentos Mortais acerta mesmo quando investe, ainda que de forma tímida, nas relações estabelecidas pela história de Clare. Homossexualidade e preconceito são expostos sem alarmismo, fato raro quando se vive num momento em que ser revoltado e proferir causas ao léu viraram commodities de personalidade. Os temas não ganham o destaque merecido na história, que opta pelo desenvolvimento de sua mitologia - atitude compreensível, afinal, há toda uma série a ser explorada.
Em tempos de tantas fantasias sem criatividade, o mínimo de tempero de Instrumentos Mortais o faz ser diferente. Está longe de ser exemplar ou se igualar a produções como Jogos Vorazes, mas tem seu valor estabelecido na sutileza com que trata algumas relações. E isso, por si, merece elogio.
VEJA o trailer:


E....

Os Instrumentos Mortais - Cidade das Cinzas  Continuação de Cidade dos Ossos é adiada

Filmagens começariam em outubro





Cidade das Cinzas (City of Ash), a continuação de Os Instrumentos Mortais - Cidade dos Ossos (The Mortal Instruments: City of Bones), foi adiada. O anúncio foi feito pela Constantin Films (via The Wrap). A sequência da série literária best-seller escrita por Cassandra Clarecomeçaria a ser rodada em outubro, com o retorno confirmado do diretor Harald Zwart (Karatê Kid) e do elenco do primeiro filme.

A adaptação de Cidade das Cinzas  ainda não foi cancelada oficialmente, mas com o desempenho medíocre de Cidade dos Ossos nas bilheterias - US$ 37 milhões arrecadados para um orçamento de US$ 60 milhões - será difícil para a continuação sair do papel.




MegaHot (Música)



OH LAND DISPONIBILIZA NOVO ÁLBUM PARA AUDIÇÃO COMPLETA


"Wish Bone" foi liberado em parceria com o site do jornal New York Times





A sessão Press Play do site do jornal The New York Times é que faz a estreia antecipada do mais novo disco de Oh Land.
O disco Wish Bone tem data de estreia fixada para 24 de setembro e sairá nos formatos digital, CD e vinil. No entanto, a parceria com o jornal antecipou um pouco as coisas e acabou por veicular todo o conteúdo do álbum para audição através da Web. Acesse o time do Times para conferí-lo na íntegra.


ARTISTA: Oh Land
MARCADORES: StreamingNovo álbum

Notícia retirada de Monkeybuzz

Exclusivo (Curiosidades)

Fantásticas ilustrações de Harry Potter que não foram publicadas


O sucesso das aventuras do jovem bruxo, tanto no cinema quanto nos livros, é algo incontestável, um exemplo disso é que aqui no Brasil ele se sagrou campeão na Olimpíada das Sagas promovida pela Super Interessante, vencendo outras séries de peso como: Star Wars, Saint Seiya, Senhor dos Anéis...
No post de hoje, confira uma bela galeria da ilustradora oficial da série, Mary GrandPré. As artes não foram selecionadas para estampar as capas da saga de livros Harry Potter, mas ainda assim são incríveis!

Confira:


















Notícia retirada de MINILUA